Repasse de Preço e Fornecedores — JMS Contabilidade
JMS Contabilidade

Simulador · LC 214/2025, LC 227/2026 e Resolução CGIBS nº 6/2026

Reforma Tributária · Precificação e fornecedores

Repasse de preço, fornecedores e fluxo de caixa

Três leituras da mesma decisão: como repassar o aumento de carga ao cliente, de quem comprar entre fornecedores de regimes diferentes, e como o split payment altera o caixa sem alterar o lucro. Os dados abaixo são um exemplo — substitua pelos da operação real.

Estimativa de apoio à decisão. A alíquota de referência do IBS/CBS ainda não foi fixada (será definida por Resolução do Senado — EC 132/2023; estimativas de mercado giram entre 26,5% e 28%). Este simulador não substitui a análise do contador responsável nem constitui aconselhamento tributário definitivo.
Alíquota estimada
Compra do fornecedor
Venda ao cliente
Situação atual (aR) · antes da reforma

Preço líquido de vendapreço atual sem os tributos embutidos
Lucro de referênciapreço líquido − custo do fornecedor
  • Não negociou com o fornecedor: ele mantém o preço nominal atual e soma o novo tributo por fora — o custo contábil da empresa não muda.
  • Negociou bem com o fornecedor: ele retira do preço os tributos atuais que serão extintos e soma o novo tributo sobre essa base já limpa — o custo contábil cai.
  • Repassa tudo ao cliente: mantém o mesmo preço nominal de hoje e soma o novo tributo por cima — como o tributo passa a ser cobrado "por fora" da base (LC 214/2025, art. 12, §2º), essa é a estratégia mais simples e, paradoxalmente, a que mais aumenta o lucro nominal.
  • Mantém o lucro: ajusta o preço para preservar o mesmo lucro de hoje, qualquer que seja o custo negociado com o fornecedor.
  • Mantém o preço final: não repassa nada ao cliente — absorve o novo tributo reduzindo a própria margem.